Segunda-feira, 15 de novembro de 2027
Santo Alberto Magno, bispo e doutor da Igreja
Tempo Comum33ª SemanaAno BCor: Branco
1Mc 1,10-15.41-43.54-57.62-64 • Sl 118(119),53.61.134.150.155.158 (R. cf. 88) • Lc 18,35-43
PRIMEIRA LEITURA
Uma cólera terrível se abateu sobre Israel.
Naqueles dias,
brotou uma raiz iníqua, Antíoco Epífanes, filho do rei Antíoco. Estivera em Roma, como refém, e subiu ao trono no ano cento e trinta e sete da era dos gregos.
Naqueles dias, apareceram em Israel pessoas ímpias, que seduziram a muitos, dizendo: "Vamos fazer uma aliança com as nações vizinhas, pois, desde que nos isolamos delas, muitas desgraças nos aconteceram".
Estas palavras agradaram,
e alguns do povo entusiasmaram-se e foram procurar o rei, que os autorizou a seguir os costumes pagãos.
Edificaram em Jerusalém um ginásio, de acordo com as normas dos gentios.
Aboliram o uso da circuncisão e renunciaram à aliança sagrada. Associaram-se com os pagãos e venderam-se para fazer o mal.
Então o rei Antíoco publicou um decreto para todo o reino, ordenando que todos formassem um só povo, obrigando cada um a abandonar seus costumes particulares.
Todos os pagãos acataram a ordem do rei
e inclusive muitos israelitas adotaram sua religião, sacrificando aos ídolos e profanando o sábado.
No dia quinze do mês de Casleu, no ano cento e quarenta e cinco, Antíoco fez erigir sobre o altar dos sacrifícios a Abominação da desolação. E pelas cidades circunvizinhas de Judá construíram altares.
Queimavam incenso junto às portas das casas e nas ruas.
Os livros da Lei, que lhes caíam nas mãos, eram atirados ao fogo, depois de rasgados.
Em virtude do decreto real, era condenado à morte todo aquele em cuja casa fosse encontrado um livro da Aliança, assim como qualquer pessoa que continuasse a observar a Lei.
Mas muitos israelitas resistiram e decidiram firmemente não comer alimentos impuros.
Preferiram a morte a contaminar-se com aqueles alimentos. E, não querendo violar a aliança sagrada, esses foram trucidados.
Uma cólera terrível se abateu sobre Israel.
℣. Palavra do Senhor.
℟. Graças a Deus.
Salmo responsorial
Sl 118(119),53.61.134.150.155.158 (R. cf. 88)
℟. Vivificai-me, ó Senhor, e guardarei vossa Aliança!
Apodera-se de mim a indignação, * vendo que os ímpios abandonam vossa lei.
Mesmo que os ímpios me amarrem com seus laços, * nem assim hei de esquecer a vossa lei.
Libertai-me da opressão e da calúnia, * para que eu possa observar vossos preceitos!
Meus opressores se aproximam com maldade; * como estão longe, ó Senhor, de vossa lei!
Como estão longe de salvar-se os pecadores, * pois não procuram, ó Senhor, vossa vontade!
Quando vejo os renegados, sinto nojo, * porque foram infiéis à vossa lei.
Aclamação ao Evangelho
Jo 8,12
℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
℣. Eu sou a luz do mundo; aquele que me segue, não caminha entre as trevas, mas terá a luz da vida.
EVANGELHO
O que queres que eu faça por ti?Senhor, eu quero enxergar de novo.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 18,35-43
Quando Jesus se aproximava de Jericó, um cego estava sentado à beira do caminho, pedindo esmolas.
Ouvindo a multidão passar, ele perguntou o que estava acontecendo.
Disseram-lhe que Jesus Nazareno estava passando por ali.
Então o cego gritou: "Jesus, filho de Davi, tem piedade de mim!"
As pessoas que iam na frente mandavam que ele ficasse calado. Mas ele gritava mais ainda: "Filho de Davi, tem piedade de mim!"
Jesus parou e mandou que levassem o cego até ele. Quando o cego chegou perto, Jesus perguntou:
"O que queres que eu faça por ti?" O cego respondeu: "Senhor, eu quero enxergar de novo".
Jesus disse: "Enxerga, pois, de novo. A tua fé te salvou".
No mesmo instante, o cego começou a ver de novo e seguia Jesus, glorificando a Deus. Vendo isso, todo o povo deu louvores a Deus.
℣. Palavra da Salvação.
℟. Glória a Vós, Senhor.